
É com grande prazer que anunciamos que a Grow.u.u.d Music Brazil está sob nova direção.
André Bastos cada vez mais vem se destacando na cena. O DJ foi considerado uma das grandes promessas para 2009. A grande estreia aconteceu no ano passado na Kaballah, ao lado de nomes como Tiefschwarz e Dusty Kid, e ele já tem em sua bagagem uma passagem pelo Winter Music Conference e remix para D-Nox & Beckers. Com oito EPs lançados, suas tracks passeiam por vertentes do techno, são contagiantes e enérgicas e estão sendo executadas por DJs do mundo todo.Grande amigo da galera da Goma, André é presença garantida nas nossas festinhas, praticamente residente delas. Durante um bate-papo, ele revelou como surgiu a paixão pela música eletrônica, como é seu processo criativo, os equipamentos que usa e sua repercussão internacional. E se você ainda não conhece seu som, aproveita agora, André disponibilizou um live exclusivo para os leitores da Goma. Escuta aí depois de ler a entrevista!
Quando e como surgiu o interesse por música eletrônica?
Em 2003 fui com alguns amigos ao Skol Beats, até então não conhecia muito sobre música eletrônica, eu era um pouco fechado ao mundo do rock, perguntei para eles sobre os estilos que os DJs estavam tocando e comecei a me interessar. A partir daí fui a muitas festas e festivais de Trance, era o som que mais fazia minha cabeça até 2006, quando viajei para a Europa e entrei de cabeça na pesquisa por Techno.
Quais são suas maiores influências históricas e atuais?
As históricas são totalmente voltadas ao rock das décadas de 60, 70 e 80. Nomes como Black Sabbath, Iron Maiden, Kiss, Pink Floyd. Hoje produtores como Mathias Kaden, Booka Shade, Dusty Kid, Justice influenciam bastante no meu som. Produzo muito com amigos também, o Clufe do Waio e Charret do Act Sense, são ótimos exemplos.
Como é o processo de criação das suas faixas?
O fato do meu estúdio ser dentro de casa facilita o processo criativo, já que a qualquer momento posso ir até o quarto e criar. Mesmo tendo um entra e sai muito grande de gente, isso às vezes ajuda quando temos boas opiniões. Procuro os momentos sozinhos para "cuspir" minhas ideias.
Quais os equipamentos você usa no seu estúdio?
Uso monitores de áudio Mackie, um Imac, placa de áudio Apogee, um rack de vocal TC- Helicon, um Moog Voyager e um sintetizador Vírus.
Como monta seu live?
Quais os equipamentos você costuma levar nas festas?Meu live é feito no Ableton em oito canais, variando com loops, faixas e capelas. Levo um MackBook, minha placa Apogee e um controlador Bitstream.
Seu live se encaixa em mais de uma tendência?
Você daria um rótulo para ele hoje?Não rotulo de forma alguma. Toco desde Techno a House.
Já vimos muitos DJs internacionais tocando suas tracks. Como acontece este intermédio e como é a repercussão?
O intermédio acontece através dos sites de venda e do Myspace. Alguns deles eu nem cheguei a conhecer pessoalmente. Fiquei feliz em ver artistas de diversos países tocando minhas tracks, isso soa como um retorno pelo trabalho feito. Quero que cada vez mais eles toquem.Para baixar o exclusivo live do André Bastos, clique aqui.
por: Victor Shin
ferramentas antes acessadas apenas pelo mouse ou teclado, aumentando assim a possibilidade de criação, podendo ser manipulado com todos os dedos das mãos juntos.Bem mais intuitivo e sem a necessidade de configurações complexas para suas interfaces, o Dexter reconhece automaticamente o software que está instalado no computador, tornando-se uma espécie de extensão “touch screen” do mesmo.Independente se o produtor utiliza Logic, Cubase, Nuendo ou Sonar, as informações são sincronizadas e transmitidas em tempo real do computador para o Dexter, graças a sua conexão Fast Ethernet, através de um único cabo 100BaseT.O Dexter viabiliza uma maneira mais conveniente para navegar através do projeto musical, mesmo que ele seja extenso. Um “widget” apresenta uma visão em miniatura de todo o mix, mostrando até 64 faixas de uma vez, com cores codificadas. Basta deslizar o dedo sobre elas para que as informações de cada track sejam rapidamente acessadas.Para ajustes mais precisos existe a opção de “zoom in” na tela, para que produtor consiga realizar mudanças milimétricas se for o caso. Ou “zoom out”, para que o artista trabalhe com mais ferramentas e opções simultaneamente.A tela de 12 polegadas sensível ao toque possui boa resistência, protegida por um vidro de 3mm, evitando riscos e preservando da umidade.Após a aquisição do Dexter, novas interfaces, funcionalidades e compatibilidades que forem surgindo poderão ser baixadas através de um simples download no site da JazzMutant, para que o produto não se torne obsoleto. Seu preço? Em torno de 1.500 euros.
Em 2009 ele foi recordista em vendas no site Beatport, o top dj e produtor Marshall aterriza em terras tupiniquins com grande destaque na cena eletrônica mundial, o artista vem para uma rápida tour com apresentações em grandes eventos pelo Brasil, dando grande destaque a uma das maiores festas do ano Tribal Tech, onde se apresenta ao lado de artistas consagrados da música eletrônica mundial como: BECKERS, MARC ROMBOY, GAZ JAMES, MAETRIK, DUB TAYLOR aka TIGERSKIN, DAVID AMO & JULIO NAVAS, CHRIS LAKE, FORMAT B, entre muitos outros artistas confirmados.Para download do set mixado pelo artista clique aqui
Conheça também o myspace do top dj e sua pagina no site Beatport
Para mais informações sobre disponibilidade de datas e preços especiais para dias da semana entre em contato: info@growuudmusic.com
"QUERO VÊ-LOS DANÇAR"
Track list Fusin EP
Natural da Geórgia Greenbeam & Leon é um dos nomes mais fores do Minimal a dupla está se preparando para um Tour inédito no Brasil, a dupla que tem uma mescla de Techno com minimal é um prato cheio para amantes da música eletrônica underground com muito Groove fazendo as caixas suarem e o publico dançar muito... 
Vídeos
mais informações:
http://www.myspace.com/greenbeamandleon
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1. O que você faria se não fosse Dj?
-> Eu seria escritora, médica, executiva, exploradora, intérprete, massagista... Quando você se apaixona por alguma coisa você se dedica para que isto seja suficiente em sua vida. Sempre quis trabalhar com algo relacionado à comunicação e isto para mim é o que vale. Então eu poderia ser qualquer coisa desde que me dedicasse à isso.
2. Conte como foi sua primeira oportunidade de tocar e o que sentiu por estar se apresentando pela primeira vez.
-> No meu caso tive pessoas que me ajudaram muito no começo, que acreditaram na minha força de vontade. A minha primeira oportunidade de tocar sozinha foi pelo convite de um amigo que lançava um núcleo do qual sou residente até hoje (E-Maia). Era uma festa indoor e é claro que rolou algum receio. Mais foi uma ótima sensação.Sou novíssima nesse segmento e sei que tenho muito a aprender, mais já me sinto muito feliz com os frutos que estou colhendo.
3. Você está fazendo faculdade de música eletrônica, fale mais sobre esse aprendizado, sobre seus projetos e o que você mais gosta nesse curso.
-> As coisas aconteceram muito rápido. Comecei a tocar e me senti completamente fascinada e envolvida. Em 2006 fiz o meu primeiro curso, o que me instigou mais ainda. Eu era completamente leiga no assunto, por isso sinto que não tirei o proveito que deveria. Então em 2008 comecei a fazer o curso de produção de música eletrônica da faculdade Anhembi Morumbi. Conheci ótimos professores, excelentes produtores, me envolvi mais com pessoas que têm os mesmos objetivos, fiz diversos contatos, fora o aprendizado. Sempre absorvendo o máximo que posso. Acho importante você estar sempre estudando, pesquisando, acompanhando o que tem de novo. A idéia é ser eficiente e se destacar, a cena vem crescendo muito rápido. Estou trabalhando em um Home Studio no momento. Investindo em alguns equipamentos, coisas essenciais. É preciso seguir o andar da carruagem...
4. Atualmente você tem um projeto aos Domingos que se chama Chillounge. Fale um pouco mais.
-> Sempre fui apaixonada por Trip Hop e uma exímia pesquisadora do assunto.O projeto Chillounge surgiu de uma parceria minha com o Bar Refúgio em minha cidade natal (Rio Claro - SP). Em minha opinião Rio Claro sente uma certa carência com relação à esse estilo de "balada", esse estilo de som. Daí surgiu a idéia de uma experiência que vem dando bons resultados. Acontece semanalmente aos domingos e abrange um lado mais lounge, com muito deep house, nu jazz, bossa nova, trip hop, soul funky, dub, breakbeat e por aí vai. É perfeito para terminar o final de semana relaxando corpo e mente e recuperando as energias para mais uma semana.
5. Quais as 5 festas mais legais que já se apresentou?
-> Hum, pergunta difícil. Cada lugar que passo é um aprendizado.Fui muito bem recebida no Rio de Janeiro, gostei bastante de ter passado por lá.Amei a energia da galera de Tambaú, da Full Family. Adorei a experiência de tocar em festivais como Soulvision e Shantala. E cito também o Tusca, são os jogos universitários que acontece em São Carlos envolvendo algumas faculdades. Foi a minha primeira experiência com um público grande. Então me marcou bastante...
BATE BOLA
Techno ou House?
-> Nada deve ser descartado. Vale lembrar que a House Music abriu espaço para gêneros como o Techno serem criados.Eu gosto tanto das melodias alegres do House como das batidas secas do Techno.
Clube underground ou rave massiva?
-> Eu sempre curti mais estar ao ar livre, mais acho que ambos têm sua característica especial.Depois que me mudei pra Sampa passei a frequentar mais clubs undergrounds e posso dizer que é ótimo estar mais próximo daquele Dj que você tanto aprecia.
Live ou Dj set?
-> As duas coisas, com certeza. Eu acho que fazer um set também exige muito de você. Exige tempo, criatividade, bom senso, prática e muito trabalho. Ambos exigem uma parcela considerável de dedicação.
O que toca no seu Mp3 player ultimamente?
-> Estou sempre descobrindo algum som novo. Prova de que existe muita coisa boa perdida por aí. Mais algo que nunca sai do meu player é Thievery Corporation. Uma mistura excelente de tudo o que eu gosto.
Que tipo de música você escuta em casa?
-> Os meus finais de semana são sempre regados a muita música eletrônica. Então quando estou em casa ou no carro estou quase sempre ouvindo algo mais calmo, quase sempre porque é inevitável ouvir música eletrônica. Mais vale um Mpb até um bom Blues.
Uma frase:
-> "Preste atenção em tuas mãos, o portal da cura, e crie a magia das tuas mudanças."
(Mão Ressonante Azul)
Deixe um recado para aqueles que acompanham o seu trabalho.
"Sou eternamente responsável por aquilo que cativo".Obrigada pela troca de energia, isso é muito importante pra mim. Sempre serei fiel aos meus princípios e quando mudar de opinião serão os primeiros a saber. Aguardem novidades!!!
Um abraço e fiquem em paz!
DOWNLOAD SET MIX
http://www.4shared.com/file/109755115/dc8e1183/Dj_set_MalloRy_Knox.html
http://www.myspace.com/djmalloryknox
Para bookings / info:
info@growuudmusic.com


Somando mais de dez anos de carreira, com direito a produções que ecoaram pelos quatro cantos do planeta, o dinamarquês René Kristensen, conhecido na cena eletrônica como Noir, realizará sua primeira turnê brasileira em junho.Responsável pela gravadora Noir Music, René já lançou tracks de artista de peso como Gui Boratto, Tocadisco e Deadmau5, só para citar alguns.Além de passar a maior parte do tempo produzindo e viajando pelo mundo tocando, Noir ainda encontra tempo para a sua residência no Club V4 em sua cidade natal Aalborg, na Dinamarca, que já completa mais de 6 anos.Em entrevista exclusiva ao Balada Planet o artista anunciou seus próximos lançamentos, incluindo um EP de seu projeto de deep house Sweaty Fish e uma série de compilações para o próximo verão europeu.Atualmente você está entre os grandes nomes da música eletrônica mundial.E sobre o seu estúdio? Onde ele fica e quais equipamentos você utiliza para produzir música?
Noir: Meu estúdio fica no meu apartamento. São dois andares e no piso superior é o escritório da Noir Music e meu estúdio. É importante para mim ter um estúdio disponível a qualquer momento, pois tenho ideias loucas a qualquer hora do dia ou da noite. Eu utilizo principalmente o Ableton Live para produzir minha música, e eu realmente não tenho nenhum VST favorito, eu tento utilizar diferentes VST’s cada vez que faço uma track. Eu penso que não poderia viver sem o meu teclado midi da Novation, não uso muito para programar melodias e ritimos, mas gosto de deixar fluir e improvisar no teclado. Eu praticamente substituí todos meus equipamentos analógicos por softwares, simplesmente porque soam melhor ou estão melhores agora.
Você possui muitas tracks, remixes e colaborações lançadas. No que você está trabalhando agora? Quais serão os próximos lançamentos do Noir?Qual o melhor local do mundo para tocar música eletrônica? Você acredita que a Europa seja o principal centro de música eletrônica no mundo? O que você ouviu sobre a cena eletrônica brasileira?
Noir: O melhor lugar do mundo é aquele onde o público está 100% pronto para isso. Eu realmente não tenho lugares favoritos - seria mais sobre noites favoritas – mas foram muitos para mencionar apenas um favorito, desculpe. Eu não acredito que a Europa seja o principal centro da música eletrônica. Com a Noir Music nós vendemos muitas cópias tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, então se você me perguntar direi que a vibe eletrônica é uma coisa mundial. Eu ouvi apenas coisas boas sobre a cena eletrônica brasileira, esta será minha primeira turnê no Brasil, e claro que estou muito ansioso para experimentar eu mesmo.
Como é a cena eletrônica na Dinamarca? Existem muitos clubes e festas? Ou a cena dinamarquesa já esteve melhor no passado? O que você pensa sobre isso?
Noir: Apenas cinco milhões de pessoas vivem na Dinamarca, então é natural não termos uma grande cena. Penso que temos cerca de quatro ou cinco clubes descentes em todo o país. A cena não foi melhor no passado, o ambiente nos clubes varia (alguns anos, meses está bom, outros não). E difícil fazer grandes festas na Dinamarca, mas quando uma boa festa acontece o público fica extremamente empolgado. Mesmo pensando que eu já toquei ao redor do mundo, para grandes platéias, em lugares e clubes melhores... Alguns dos melhores momentos foram nas noites da Dinamarca.
Noir realizará uma turnê brasileira em junho. O que o público brasileiro pode esperar?
Noir: Música de qualidade, sexy tech, techno e deep house. Pequenas surpresas aqui e ali (bootlegs, mashups, acapelas, efeitos especiais e outras coisas). Eu gosto de manter meus sets excitantes ao invés de lineares. Meus sets são sempre espontâneos e nunca pré selecionados em casa, então depende muito do público... Ele (o público) me inspira a fazer o que quer que seja, todas as noites.
Deixe uma mensagem para o público do Balada Planet, especialmente para os que estarão na pista de dança esperando pelo set do Noir.
Noir: Coloque o seu calçado predileto para esta noite, porque você pode acabar dançando a noite inteira, ao invés de beber. Pratique em sua rotina colocar as mãos para o alto, pois você também pode precisar disso.
Bate bola com Noir:
Techno, house ou electro?
Definitivamente techno e tech-house, sem electro por favor.
Cerveja, vodka ou wisky?
Tudo em apenas um copo por favor.
Clube underground ou rave massiva?
Clube underground, pois eu gosto da intensidade, da sensação de suar.
O que a música eletrônica significa para você?
É minha vida... Eu vivo e respiro por ela, me faz feliz.
Qual é o seu top 5 atualmente?
1. Noir – Disco.Nnected - Klimaks
2. Oliver Dahl – 3EP – Noir Music
3. BootNoir – Eminemissions – BootNoir
4. Nick Fanciulli – Materia (Noir Edit) – Renaissance
5. Namito – Zorro – Kling Klong
Prok & Fitch são considerados um dos nomes mais quentes da house music atual. Com grandes hits no verão passado e também com o começo de sua gravadora, a "Floorplay", ficaram em segundo lugar na lista de melhores produtores de house em 2008 pelo site BEATPORT, perdendo o primeiro lugar para nada menos que 'ATFC'.